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Vinho, o néctar dos deuses

As origens do vinho são quase tão antigas como as da própria Humanidade. Apesar de ser difícil estabelecer onde e quando o homem começou a produzir vinho, é provável que a vinha tenha sido cultivada pela primeira vez na Península Ibérica, mais precisamente no Vale do Tejo e Sado. Os responsáveis por esse feito, que iria mudar para sempre a história do mundo, terão sido os Tartessos, dois mil anos antes de Cristo, um dos povos mais antigos da Península Ibérica.

Roram os gregos que, quando se instalaram na Península Ibérica, desenvolveram a arte da viticultura.

Na altura o vinho era usado como moeda de troca, e assim continuou quando os Fenícios tomaram conta (à força) dos negócios dos Tartessos. Apesar disso, os Fenícios contribuíram com castas diferentes que introduziram na então Lusitânia. No entanto – e como centenas de outras coisas – foram os gregos que, quando se instalaram na Península Ibérica, desenvolveram a arte da viticultura.

Com o domínio romano de todo o território, e total subjugação do povo lusitano em 15 a. C. veio a modernização da cultura da vinha e de algumas técnicas como a da poda. Apesar da invasão, é aos romanos que temos de agradecer pelos conhecimentos na arte de bem fazer vinho.

Vinho e cristianismo

A Península Ibérica foi sempre um verdadeiro palco de invasões, domínios e povos. De celtas, a iberos, bárbaros, suevos e visigodos, Portugal é uma mistura de povos e saberes aprofundados em milhares de anos. Apesar de o vinho já ser bastante popular, foi com a expansão do cristianismo, nos séculos VI e VII d.C., que se tornou ainda mais importante e presença obrigatória no acto da comunhão, onde representa o sangue de Cristo, juntamente com a hóstia que representa o corpo. Nem com a invasão dos povos árabes da Península Ibérica, o vinho perdeu força (o Corão, livro sagrado da religião muçulmana, proíbe o consumo de bebidas fermentadas, onde o vinho de inclui) até porque a agricultura era muito importante para a economia.

O vinho em Portugal

Hoje o vinho é umas imagens de marca de Portugal. De reputação inquestionável, o vinho português representa 725 milhões de euros em exportações e Portugal, que ocupa o 12º lugar na produção mundial de vinho. Em 2014 o vinho português recebeu 3535 prémios em concursos internacionais.

Castas

Casta é o nome que se dá ao conjunto de videiras cujas características morfológicas e qualidades particulares dão ao vinho um carácter único e bem diferente de casta para casta. Em todo o mundo existem entre dez a vinte mil castas mas só 500 são cultivadas e reproduzidas pelo homem. Em Portugal são 26 as castas mais utilizadas, com nomes complexos como Malvasia Fina ou Marsanne, ou castiços como Rabo de Ovelha. Isto sem esquecer a Touriga Nacional, considerada a mais portuguesa de todas as castas.

O Vinho e a Quinta Estação

A Quinta Estação nasce de uma paixão pelo vinho, surgiu com o conceito ousado de querer inovar ser diferente numa região portuguesa que nutre uma enorme paixão pelo vinho, a Madeira. Foi com esse pensamento que os nossos arquitetos conseguiram desenvolver um espaço moderno, onde tudo é voltado para a maior paixão daqueles que o visitam - o vinho.

Esta aposta procura primar pela excelência na gastronomia nacional, aliada à degustação de vinhos, proporcionando momentos únicos, num espaço moderno e aprazível, onde os clientes poderão desfrutar de uma desafogada e panorâmica vista sobre o anfiteatro do Funchal e seus picos e com o oceano atlântico como pano de fundo. Tudo para que possam relaxar e desanuviar do stress citadino, num ambiente diferenciado e que permite fugir da rotina, sem ter que sair do Funchal.